1) Plantar e divulgar o aguaí (Thevetia) pelas ruas e praças do Rio. Essa árvore maravilhosa e altamente decorativa é cada vez mais valorizada nas correntes holísticas.
2) PESQUISA DE PONTOS CANTADOS: a pesquisa inciada há uns anos quando magicamente o livro esgotado do Pai Molina veio parar novo e embalado em celofane na minha mão ainda segue... após muitas visitas a terreiros diversos, no momento de forma latente, mas segue. Não diz o Eclesisastes que há tempo para fazer e para deixar de fazer? Uma hora deixa de ser latente e volta à ativa, quem sabe?
Mas isso não impede que você, que talvez conheça as melodias originais de pontos raros, que estão mudos porque só se conhecem as letras impressas em coletâneas como a do Molina, entre em contato. Em destaque o ponto cuja melodia persigo há anos, citado em Molina e em Falares Africanos da Bahia (Yedda Pessoa de Castro)
Ponto para obrigar mum espírito a falar língua africana:
O galo cantou na calunga: tu fala direito na língua de Zambe!
o galo cantou na calunga, tu tem que falar na língua de Zambe!
OBS- para esta pesquisa apenas interessam as melodias tradicionais, não novas eventualmente compostas para letras mudas.
3) RIO SEM RESSACA
Esse projeto por duas vezes quase foi, da segunda chegou a ter filipeta. A idéia de uma noite sem álcool não exige que a pessoa seja necessariamente abstêmia, apenas que naquele local, naquele momento, se abstenha. O projeto supõe um local "hospedeiro" onde as pessoas podem chegar sozinhas ou acompanhadas, puxar conversa se desejarem, folhear revistas, ouvir música ou quem sabe até fazê-la!
Algo dele pode ser visto na seção de Livros já que o poema com este nome serviu de introdução virtual a Eu Comi a Lua.
Quem se interessar pela idéia e dispuser de um espaço entre em contato...
4) CANTOS DA UMBANDA NO MUSEU: Projeto Ventania.
Registremos um projeto concluído com êxito, aproveitando a confluência do projeto Música no Museu, a programação para corais do MMCL em São Cristóvão, e os Cem Anos oficiais da Umbanda. Tenho de agradecer agora e sempre ao Museu e aos companheiros de várias linhas que, da preparação ao palco, ajudaram a tornar a noite inesquecível.